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<title>CIDADANIA - Consumo | Ambiente | Justiça | Preço Justo</title>
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<title>CIDADANIA - Consumo | Ambiente | Justiça | Preço Justo</title>
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<title>Ler e publicar na era da abundância</title>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 21:00:38 +0100</pubDate>
<description>&lt;a href="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/8F84C66A-AB9D-4446-981C-B31814AEFADD_files/livros_1.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/Images/livros.jpg" style="float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:154px; height:174px;"/&gt;&lt;/a&gt;Não é fácil conversar sobre livros, sobretudo quando se é leitor impenitente e compulsivo, como é o meu caso. Não quero imaginar como seria o meu mundo sem o livro, a minha pequena biblioteca, o meu santuário privado, onde, por minha conta e risco, procedo a viagens fantásticas, encontro refrigério pela alma, desassossego para o espírito, tsunami para o conhecimento. Neste caso de uma conversa que convença definitivamente os cépticos da importância do livro, recorro a dois devotos do prazer dos livros que nos legaram obras-primas do elogio à fé dessas páginas impressas que fazem do silêncio a subversão das nossas vidas: “Livros de mais”, por Gabriel Zaid, (Temas e Debates, 2009) e “No Bosque do Espelho”, por Alberto Manguel (Publicações Dom Quixote, 2009).&#13;Zaid começa por nos provocar distinguindo os que querem ser culto dos que são verdadeiramente cultos: os primeiros, atordoam-se ante a imensidade de tudo o que não leram e compram algo que lhes recomendaram: os segundos, são capazes </description>
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<title>Industrialização do Consumo, Industrialização da Comunicação</title>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 20:52:05 +0100</pubDate>
<description>&lt;a href="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/0A155567-6658-4F22-BFAA-8FE624331F9A_files/industrializacao_1.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/Images/industrializacao.jpg" style="float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:174px; height:71px;"/&gt;&lt;/a&gt;Cedo, na sociedade de opulência de objectos e serviços, se descobriu que o consumo não se confina ao económico, é uma irrecusável referência do social, do cultural, do político, do quotidiano e do familiar. Serve esta primeira observação para nos alertar que a industrialização do consumo gera a produção em série de necessidades, assegura visibilidade às massas de consumidores, mas é igualmente resultado de um encadeamento de filamentos e tentáculos que se prendem à expansão do terciário, à organização do cosmopolitismo de consumo, ao espaço desmesurado de ecrãs e altifalantes onde se mostram o indivíduo e a comunidade a consumir ou a desejar consumir. Nos anos 60, comunicólogos como McLuhan alertavam para a industrialização do espírito a partir dos media: o que nascia como meio (transmissão de informações, saberes, imagens ou sons) tendia, inevitavelmente, para um fim. Dito prosaicamente, quando estamos a  « consumir»  um programa dramático, um filme, uma entrevista a um pensador, a ve</description>
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<title>Prevenir as reacções adversas dos medicamentos</title>
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<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 00:41:24 +0100</pubDate>
<description>&lt;a href="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/2E20F2E1-A5BB-4516-85C7-A8FA2196654E_files/medicamentos_1.png"&gt;&lt;img src="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/Images/medicamentos.png" style="float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:174px; height:161px;"/&gt;&lt;/a&gt;Mesmo sujeitos a estudos minuciosos, muito rigorosos, os medicamentos podem induzir reacções adversas relacionadas com factores não ponderados pelos investigadores durante a fase de experimentação. Estas reacções, quando têm uma gravidade ou incidência superior à prevista, são comunicadas pelos profissionais de saúde (médicos e farmacêuticos) ao Sistema Nacional de Farmacovigilância que funciona junto da Autoridade do Medicamento, o que vai permitir que se tomem medidas em prol da segurança na utilização dos medicamentos.&#13;As reacções adversas podem estar relacionadas com múltiplos factores, como se passa a expor:&#13; - Factores dependentes do medicamento: a dose administrada (quanto maior for a dose, mais intensos serão os efeitos nocivos) ou a via de administração (há, por exemplo, medicamentos que, pela sua forma injectável, originam menos problemas do que os tomados em comprimidos).  - Factores independentes dos medicamentos: podem ir da descoordenação dos serviços de saúde até aos err</description>
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<title>O Gosto “À Grega” nas artes decorativas francesas: Uma experiência excepcional</title>
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<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 21:37:24 +0100</pubDate>
<description>&lt;a href="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/F4030CDB-00F9-497C-9203-81483A56CA9C_files/arte%20decorativa%20francesa_2.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/Images/arte%20decorativa%20francesa.jpg" style="float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:174px; height:173px;"/&gt;&lt;/a&gt;Foi o encerramento, por motivo de obras, do Departamento de Artes Decorativas do Museu do Louvre, que possibilitou a realização desta mostra do neoclassicismo francês que está patente na Gulbenkian até 4 de Maio. A mostra é de altíssimo interesse e tem uma museografia da mais elevada qualidade. Na verdade, o visitante tem à sua disposição 126 obras, entre esculturas, pinturas, gravuras, porcelanas orientais e de Sèvres, bronzes, peças de mobiliário e de ourivesaria, exibindo as artes decorativas francesas executadas entre 1750 e 1775, tudo exibido numa comunicação invejável, com a luz certa, com o diálogo apropriado, aproveitando toda a beleza envolvente dos jardins Gulbenkian. O que se pode visitar bem em duas horas convida a regressar e a rever, pois a segunda visita (ou mesmo a terceira) assegura melhor compreensão, tal a inteligência do diálogo estabelecido entre os objectos e as áreas temáticas.&#13;A mostra desta exposição na Gulbenkian fala por si: o gosto “à grega” faz parte de um </description>
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<title>Deixar de fumar é possível: conheça os apoios e os métodos</title>
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<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 21:20:14 +0100</pubDate>
<description>&lt;a href="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/524EC15E-BEB7-4661-8244-434FBD252441_files/tabaco_1.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.maraoonline.com/Cidadania/Beja_Santos/Images/tabaco.jpg" style="float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:174px; height:131px;"/&gt;&lt;/a&gt;A imagem sombria do fumador&#13;Numa época em que deixar de fumar é um verdadeiro fenómeno social, em que se discutem estratégias para interditar o fumo do tabaco em locais públicos e no trabalho, em que se promove o direito a não ser molestado pelo fumo dos outros (a não ser fumador passivo, em suma) e em que se revêem as estratégias para a desabituação tabágica, vale a pena analisar como se pode contar com o aconselhamento farmacêutico para abandonar o vício do tabaco.&#13;Aliás, em meio escolar procura-se persuadir os jovens com a consigna “o melhor é não fumar” ao abrigo dos estilos de vida saudáveis e de uma comunicação dos educadores para que a decisão do jovem seja a de recusar a habituação tabágica em nome dos valores mais prezados (liberdade, saúde, ambiente limpo...).&#13;Os media, que tanto promoveram a imagem do fumador (no cinema era o herói e a vamp sempre a puxar por um cigarro, a publicidade conotava o sucesso com a marca de cigarros, as vedetas televisivas apareciam em público exi</description>
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