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quinta-feira, 9 de outubro de 2008          
 
    O custo de pedir emprestado em euros manteve-se hoje ao mais alto nível apesar dos cortes nas taxas de juros anunciados quarta-feira pelos maiores bancos centrais, entre os quais o BCE.
    A taxa Euribor a três meses ficou inalterada nos 5,393 por cento, de acordo com o fixing diário da Federação Europeia dos Bancos, divulgado às 10:10, enquanto as Euribor a 6 e 12 meses, indexantes do crédito à habitação, subiam.

    A Euribor a 6 meses fixou-se em 5,448 por cento, contra 5,438 na véspera, antes do anúncio conjunto pela Reserva Federal americana, o BCE, os bancos centrais do Reino Unido, do Canadá, da Suíça, da Suécia.

    A Euribor a 12 meses subiu para 5,512 por cento contra 5,486. Só a Euribor a um mês recuou, fixando-se em 5,126 por cento contra 5,197 na véspera.

    As taxas Euribor são fixadas pela média das operações que um conjunto de bancos está disposto a fazer.

    Com o aprofundamento da crise financeira, os bancos deixaram de emprestar-se dinheiro mutuamente, "secando" o mercado monetário, e levando a um encarecimento dos custos do crédito.


 
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CRISE FINANCEIRA: Euribor em alta apesar do corte das taxas de juro pelo BCE