<@:<!--BeginHTMLData-->
<!-- Start of StatCounter Code -->
<script type="text/javascript" language="javascript">
var sc_project=1935121; 
var sc_invisible=0; 
var sc_partition=17; 
var sc_security="25387c31"; 
</script>

<script type="text/javascript" language="javascript" src="http://www.statcounter.com/counter/counter.js"></script><noscript><a href="http://www.statcounter.com/" target="_blank"><img src="http://c18.statcounter.com/counter.php?sc_project=1935121&java=0&security=25387c31&invisible=0" alt="free web page counters" border="0"></a> </noscript>
<!-- End of StatCounter Code -->:@>http://www.statcounter.com/counter/counter.jshttp://www.statcounter.comhttp://c18.statcounter.com/counter.php?sc_project=1935121&java=0&security=25387c31&invisible=0shapeimage_1_link_0shapeimage_1_link_1shapeimage_1_link_2
 
 
sexta-feira, 31 de outubro de 2008          
 
    O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, garantiu hoje que o Ministério está a cumprir o memorando que assinou com os sindicatos e que não vê razões para os professores se manifestarem.
    "Estamos a seguir religiosamente o memorando de entendimento que assinamos com todos os sindicatos", afirmou Valter Lemos à Lusa, acrescentando que pode acontecer que "alguns sindicatos tenham mudado de opinião".
 
    O secretário de Estado da Educação falava em Baião, onde presidiu à inauguração de um centro escolar com 12 salas, todas dotadas de quadros interactivos, mas que tem a particularidade de incluir uma unidade especializada para alunos autistas, com capacidade para oito crianças.
 
    Valter Lemos explicou que o acordo com os sindicatos, assinado em Abril, previa um regime simplificado para os professores contratados – que abrangeu cerca de 20 mil docentes no anterior ano lectivo – e que foi cumprido.
 
    No âmbito desse acordo e relativamente ao presente ano lectivo – acrescentou – ficou decidido "que a avaliacao deste modelo seria feita apenas no final do ano lectivo e que eu saiba estamos no início do ano e não no fim".
 
    O secretário de Estado insistiu "que a avaliação é um direito do professor", que sabe que a lei determina "que quem não for avaliado não poderá progredir na carreira".
 
    A Plataforma Sindical de Professores agendou uma manifestação nacional para 08 de Novembro, mas o Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) continua a defender que faz sentido uma segunda manifestação a 15 de Novembro, embora também apoie a de dia 08.
 
    Anterior67B467F6-9DE1-459A-8E3E-FF88D33A00EB.htmlshapeimage_2_link_0
Seguinte  E634CF22-9EE0-42CB-876A-1A075135D4DB.htmlshapeimage_3_link_0
 
PROFESSORES: “Ministério está a cumprir religiosamente o memorando que assinou com os sindicatos”